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sábado, 19 de julho de 2008

Observatório tem olhar crítico sobre Cidades Educadoras

Está em pleno funcionamento o Observatório sobre a Cidade Educadora (OCE)- inaugurado em maio último pela Universidade do Porto, em Portugal.Dirigido por uma equipe liderada pelo Professor Doutor Manuel Matos, do Instituto de Ciências da Educação e Psicologia, o observatório tem entre outros objectivos, ser um dispositivo de análise e acompanhamento do fenômeno educativo local, capaz de preservar o necessário compromisso entre o olhar crítico da investigação e a promoção da participação cívica, que se pretende apoiar, sobre aquele fenômeno.

Procurando sistematizar informação que alimente o debate sobre o panorama educativo formal e informal, o OCE pretende também comunicar dados, experiências e análises que promovam a educação e o exercício da cidadania ao nível local.

Numa primeira fase, a actividade do OCE vai estar centrada sobre o Porto, na medida em que esta cidade pertence à AICE - Associação Internacional das Cidades Educadoras e porque representa, por si própria, um objecto de estudo particularmente desafiante para o pioneirismo deste instrumento de investigação/acção.

O OCE é um lugar de encontro para registo, participação e debate sobre a cidade como espaço de bem-estar colectivo em construção, cujos conceitos estruturantes são Educação e Cidadania.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Arte ou crime?

Olá, meu tanebits!
Uma notícia hoje no portal Uol chama a atenção pelo inusitado e nos leva a pensar sobre a atitude desse grupo de estudantes de Belas Artes. O rapaz resolveu defender seu TCC (trabalho de conclusão de curso)utilizando-se da pixação com um grupo de 40 colegas da fachada da faculdade. A performance é formativa ou deve mesmo ser encarada como crime? Acho que dá um ótimo debate!

Confira a matéria: 18/07/2008 - 08h14 Folha Online
Escola expulsa aluno que vandalizou prédio para discutir arte

O Centro Universitário Belas Artes, na Vila Mariana (zona sul de São Paulo), expulsou ontem o estudante Rafael Guedes Augustaitiz, informa a reportagem de Laura Capriglione publicada na edição desta sexta da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do jornal ou do UOL). Vejam abaixo:

No dia 11 de junho, o rapaz comandou a ação na qual 40 jovens --muitos deles mascarados-- chegaram a pé à universidade, por volta das 21h, e, com latas de spray que escondiam sob as roupas, cobriram a fachada, recepção, escadas e salas de aula com as letras pontudas de difícil decifração que caracterizam a pichação paulista. Seguranças e pichadores trocaram socos e pontapés, e a PM acabou prendendo sete jovens --Augustaitiz, entre eles.

O estudante considerava a ação seu TCC (trabalho de conclusão de curso), última etapa antes da formatura. "Considero criminosa a ação do aluno. Não considero esta ação como arte. Não considero a possibilidade de aceitar essa manifestação como trabalho de conclusão de curso", afirmou a professora do rapaz, Helena Freddi, dias depois da ação.

No aviso dado ao estudante, o reitor Paulo Antonio Gomes Cardim justificou a expulsão pela "prática de atos de vandalismo, lesivos à propriedade particular e (...) incongruentes com o espírito universitário; agressão ou ofensa a funcionários; ato sujeito a ação penal".

terça-feira, 15 de julho de 2008


Olá, meu tanebits!

Esta aí é a capa do livro "Ambientes Educativos Emergentes" que acaba de ser lançado pelo Centro de Competência da Universidade do Minho/Braga, Portugal. O livro é um conjunto de nove textos organizados pelos professores Paulo Dias e António Osório, seleciondos da V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação - Challenges 2007, realizado naquela Universidade, em maio do ano passado. Dentre eles consta capítulo nosso sobre a temática dos blogs educativos, que discute a presença cada vez maior das interfaces colaborativas na educação.
Além de blogs, o livro discute por meio de seus vários capítulos, temas diversos como robótica, dispositivos móveis (mobile learning), pintura digital online, tecnologias e redes sem fio e suas implicações na aprendizagem colaborativa, dentre outros. Os autores são professores e pesquisadores de Portugal (Universidades do Minho, Aveiro, Madeira) e Brasil (PUC-SP e UFBa).

Até mais,